domingo, 21 de junho de 2009

o nome do filho que nunca terei


Sempre amei Raul , mas depois da tatoo a convivência tem estado insuportável. Hoje conversei com ele a noite toda, dentro do carro. É, ele me espera no pendrive que tenho no carro. Ele me fez chorar da Vila Clementino até o Campo Belo, depois até a Consolação e depois até a Vila Clementino de novo. Te amo Raul. Essa maçã é sua. E de mais alguém que eu tenho que esquecer.

Você tão calada e eu com medo de falar
Já não sei se é hora de partir ou de chegar
Onde eu passo agora não consigo te encontrar
Ou você já esteve aqui ou nunca vai estar

Tudo já passou, o trem passou, o barco vai
Isso é tão estranho que eu nem sei como explicar

Diga, meu amor, pois eu preciso escolher
Apagar as luzes, ficar perto de você
Ou aproveitar a solidão do amanhecer
Prá ver tudo aquilo que eu tenho que saber

3 comentários:

Paulo Netho disse...

Tata queriiiiiiida!

No sábado fui até o Santa Thereza, mas me informaram que você só estaria lá à noite. Que pena!!

Obrigado pelo carinho de sempre. O seu blog está muito legal.

Paulo Netho disse...

Que mundão pequeno. Adorei o texto do João. Não o conheço pessoalmente, mas amei a escrita dele. Muito legal.

beijão

Pensamentos Clandestinos disse...

Lembrei de tu me contando a história da tatuagem.

Acho que foi o primeiro papo que tivemos.

Ah, não!

Antes disso você puxou assunto e deixou eu entrar na conversa.

Uma conversa sobre comer bolas... aquelaaaas bolas.