Ele era contraditório em sua loucura. Ela sempre foi louca. Assumida.
Ele fingia equilíbrio - mas era engolido por qualquer coisa. O medo de perdê-la virou obssessão - não vá embora. não vá embora. não.
Sem ela não existia sangue nem carne nem nada. Sem ela só existia o cigarro.
Sem ele, ela fingia uma vida. Mesmo assim, vivia.
Faltava tão pouco... mas ele não aguentou. E tentou matá-la 1x. 2x. 3x.
Ela voltava. Ele esperava. Ela voltava. Ele esperava.
Agora ela não volta mais.
Nunca mais seus beijos, nunca mais seu cheiro, nunca mais.
Prá ele sobrou a ilusão de um novo amor - igual a ela? um dia?
Prá ela sobrou a saudade de algo que não chegou a viver. E muitos outros amores. Igual a ele? não...
e a certeza disso a fez feliz.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
um amor qualquer - parte 4
um amor qualquer - parte 2

O amor parecia tão grande que jamais acabaria.
Ele e seu amor apaixonado - ela era única - uma pintura a seus olhos carentes (como todos os olhos).
Ela se despia de tudo. Ela era dele, apesar de não ser de ninguém.
O mundo nunca pareceu tão certo. Eles haviam se encontrado.
Ele estava tão dentro dela que parecia ser sua alma. E a ele era entregue o corpo dela.
Enterravam-se um no outro. Amavam-se querendo morrer.
Eles sempre sentiam o gosto da morte no corpo um do outro.
domingo, 18 de abril de 2010
He´s my bródi

sem ser pretenciosa, longe disso, apenas realista...
todos, pelo visto, perderam a essência, a sementinha, aquilo que sorri no fundo do peito.
só nós 2 que não
não perdemos e não nos perdemos um do outro
mesmo que não te veja nunca mais na vida, vc é o meu elo com esse meu outro mundo. Foi por vc que meu sentimento ficou preservado.
Foram doces adolescentes, vítimas do pior do alzheimer adulto... aquele q não atinge a memória, mas seca as emoções.
http://www.youtube.com/watch?v=C1KtScrqtbc
(tudo pode ser brega dependendo do olho de quem vê...)
quinta-feira, 25 de março de 2010
para acompanhar a postagem anterior...
http://www.youtube.com/watch?v=IuStBNkvwhE
| Não é uma pena? | |
| Now, isn't it a shame | Agora, não é uma vergonha? |
| How we break each other's hearts | Como nós partimos os corações um do outro |
| And cause each other pain | E causamos um no outro dor |
| How we take each other's love | Como nós pegamos o amor um do outro |
| Without thinking anymore | Sem nem pensar |
| Forgetting to give back | Esquecendo de devolver |
| Isn't it a pity | Não é uma pena? |
| Some things take so long | Algumas coisas levam tempo |
| But how do I explain | Mas como eu posso explicar? |
| When not too many people | Quando não tantas pessoas |
| Can see we're all the same | Podem ver que nós somos os mesmos |
| And because of all their tears | E por cause de todas as lágrimas deles |
| Their eyes can't hope to see | Seus olhos não conseguem ver |
| The beauty that surrounds them | A beleza que os rodeia |
| Isn't it a pity | Não é uma pena? |
| Isn't it a pity | Não é uma pena? |
| Isn't is a shame | Não é uma vergonha? |
| How we break each other's hearts | Como nós partimos os corações um do outro |
| And cause each other pain | E causamos um no outro dor |
| How we take each other's love | Como nós pegamos o amor um do outro |
| Without thinking anymore | Sem nem pensar |
| Forgetting to give back | Esquecendo de devolver |
| Isn't it a pity | Não é uma pena? |
| Forgetting to give back | Esquecendo de devolver |
| Isn't it a pity | Não é uma pena? |
| Forgetting to give back | Esquecendo de devolver |
| Now, isn't it a pity | Agora, não é uma pena? |
facefakefakeface
não tenho nada.
mas o nada que tenho é verdadeiro.
não sou fake.
não aparento aquilo que não sou.
sou óbvia.
não tenho as mãos sujas como as de Poncio Pilatos.
pago o preço.
é caro.
mesmo assim sai mais em conta.
quem não tem colírio usa óculos escuros.
quem não tem visão, bate a cara contra o muro.
mas a culpa é minha, afinal fui eu quem colocou o lixo prá dentro da própria casa.
mas o nada que tenho é verdadeiro.
não sou fake.
não aparento aquilo que não sou.
sou óbvia.
não tenho as mãos sujas como as de Poncio Pilatos.
pago o preço.
é caro.
mesmo assim sai mais em conta.
quem não tem colírio usa óculos escuros.
quem não tem visão, bate a cara contra o muro.
mas a culpa é minha, afinal fui eu quem colocou o lixo prá dentro da própria casa.
domingo, 31 de janeiro de 2010
heavy metal e casamento...

Não é novidade meu amor pelo rock´n roll, e tenho ido em todos os shows em que posso, principalmente pq meus ídolos ainda são os mesmos e estão ficando velhinhos...
Enfim, Kiss, Heaven and Hell com meu amado e idolatrado Dio, Iron Maiden e tantos outros shows inesquecíveis, repletos de roqueiros e metaleiros entorpecidos pelo som, pelo alcool e também por outros fatores, pq não? A maconha é uma velha companheira dessa tribo e faz tempo. Na hora que o som bate a clareira abre e um sai chutando o outro, pulando, dando cabeçadas, voltam pro refrão, se abraçam e saem todos cantamos juntos a uma só voz...
Ontem foi o dia do Metallica. Puta show, carisma, etcs e tals, tirando meu leve platonismo pelo James Hetfield, tava tudo bom. Cabeçada, clareiras, doidera, bebedeira, e quando acabou todos saímos conversando sobre o show, naquele passo básico de pinguins, dando risada, pedindo para não encocharem, gargalhadas... ah, que dia legal! Deu aquela fominha, fomos até o Habib´s que apesar de não ser a melhor opção, é 24hs.
Estava esperando meu pedido quando vi uma moça de branco pulando faceira do lado de fora! Ainda comentei: não é uma noiva?
E era... a noiva e toda a trupe vinda da festa. Talvez a comida não estivesse lá essas coisas, talvez o buffet tinha hora para fechar, talvez, talvez, talvez... todos arrumados, os homens de meio fraque, as mulheres de longos brilhantes, cabelos presos, todos atravessando a rua quando de repente vem 1 gordinho gritando um monte do outro lado da rua. Não estava vestido prá festa, portanto não era convidado. Ou era e não foi. Enfim, veio falando um monte, um dos caras de fraque já foi respondendo, e um sem muita paciência veio numa voadora e o pau comeu. Se não fosse a polícia jogar um sprayzinho, a coisa tinha ficado pequena pro gordinho.
Isso não foi o pior. O casório vinha cheio de crianças. Dos 3 aos 8 anos vendo aquela cena, alguns meio chorosos, outros assustados... e todo mundo tossindo com aquele sprayzinho que salvou o gorditcho...
Conclusão: Pais, tios, avós e responsáveis, pensem muito antes de levar seus filhos a um casamento. É perigoso. Exercitem o bom senso e escolham o que é melhor para suas crianças. Melhor, deixem que elas decidam com vcs! Com certeza escolherão um pacífico e amável show de rock e metal....
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